Os Blind Zero editam no início de 2017 o oitavo álbum de originais. Com 23 anos de carreira, o grupo revela, em disco, a sua capacidade de se reinventar sem perder a identidade que os distingue e tem projectado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a sua verdadeira força como grupo de rock.
‘Restart’ é o terceiro álbum da voz de Aurea. Neste novo disco há «muita soul, jazz, rock e uma apurada sensibilidade pop», revela a editora. «Há passado e presente porque há, acima de tudo, intemporalidade. Há exigência, cuidado com o pormenor, perfeccionismo.» A produção de ‘Restart’ tem assinatura da lendária baterista Cindy Blackman Santana e do baixista Jack Daley, que já trabalharam com Lenny Kravitz, Joss Stone, Santana, Michael Jackson, Beyoncé, Jason Mraz, Jay-Z ou Mick Jagger, entre outros. Os dois primeiros álbuns de Aurea – ‘Aurea’ e ‘Soul Notes’ – deram a conhecer temas como ‘Scratch My Back’, ‘Nothing Left To Say’ e ‘Busy (For Me)’. A cantora MTV Talento lançou também ‘Aurea ao Vivo no Coliseu dos Recreios’, em 2011. Aurea já foi premiada com dois MTV EMA de ‘Best Portuguese Act’, em 2011 e 2012, tornando-se na única artista portuguesa a ganhar o prémio em dois anos consecutivos.
Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio. É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso. Antes disso, entre 2000 e 2012, foi Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Clássica da Madeira - o que lhe permitiu trabalhar com nomes tão sonantes como os de José Carreras, Ute Lemper, Wim Mertens, Ivan Lins, José Cura, Mário Laginha ou Bernardo Sassetti. Fora de portas, foi maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma, durante as temporadas 2009/2010. Pode atribuir-se-lhe também a proeza de ter sido o primeiro maestro português a dirigir no Carnegie Hall em Nova Iorque (2007).  
Nada se perde, tudo se transforma – o código genético da Treta renasce em 2016. Antigamente, a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado), o filho de Toni que Zezé nunca quis ter. Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção.
Uma das mais importantes vozes do Fado contemporâneo, Raquel Tavares apresenta o seu novo disco “Raquel”, um registo onde a artista mostra todo o seu mundo. Raquel canta pela primeira vez com 5 anos de idade, e aos 12 anos já participa em concursos de fado, conquistando 14 primeiros lugares, entre eles o da mítica Grande Noite do Fado, no Coliseu de Lisboa em 1997. Em 2006 edita o seu disco de estreia “Raquel Tavares”, que lhe vale de imediato os prémios Amália Rodrigues e Casa da Imprensa na categoria revelação. Desde então Raquel tem desenvolvido um percurso que já a levou a alguns dos palcos mais importantes do mundo, em países como Espanha, França, UK, Alemanha, Brasil, Argentina, Estados Unidos, China ou Austrália, entre muitos outros. Em 2014 o conceituado jornal “A Folha de São Paulo” elege os seus concertos no Festival de Fado do Brasil entre os 5 melhores do ano, juntamente com artistas como Paul McCartney, Caetano Veloso ou Arctic Monkeys. Sete anos depois do último registo, chega até nós o seu terceiro álbum de originais – Raquel que vai ser lançado a 6 de Maio. Produzido por Fred Pinto Ferreira, JP Ruela e Tiago Bettencourt,  “Raquel” apresenta-se como sendo um reflexo da própria artista, que desta vez nos transporta para a sua essência mais profunda, onde o Fado impera, mas também um conjunto de sonoridades e vivências que fazem de Raquel Tavares uma artista muito especial. O novo álbum conta com composições de António Zambujo, Miguel Araújo, Tiago Bettencourt, Rui Veloso, Jorge Cruz ou Mallú Magalhães, nunca esquecendo os compositores do seu Fado, Alfredo Marceneiro, Pedro Homem de Mello, João Dias, Carlos Rocha ou Arlindo de Carvalho. Com a participação de Carlão, Rui Veloso ou António Serrano, “Raquel” foi gravado por um extraordinário grupo de músicos que contribuem para álbum marcante.  É na genuinidade  que está enraizada a identidade de Raquel Tavares, que é reconhecida pelo público e imprensa, que a recebem com um carinho e gratidão únicos.

Power by EvolveNet